terça-feira, 11 de outubro de 2011

SENTIMENTO DE INVEJA


A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias, gravura século 16


“ A inveja é um atestado de inferioridade".

                                                                                              Napoleão Bonaparte

Segundo Dicionario Brasileiro Globo inveja é o desejo de possuir o bem de outrem, pesar ou desgosto ante a prosperidade alheia.
Termo de origem latina inveja é invidere que tem o significado de “não ver”.
Sentimento esse muito comum em todas as fases de trasformação do mundo, onde a disputa existe na busca do poder, do riqueza e do status.
Na psicologia esse sentimento é observado e denominado formação reativa onde o mecanismo de defesa dos mais fracos contra os mais fortes.
Originária desde os tempos antigos. Na teoria da seleção natural de Darwin que é a explicação da diversidade das especies dos seres vivos que acontecem através da evolução, a inveja surge motivando a partir dai as correntes sociais que determinam que uma pessoa é superior a outra, através dos padrões do poder aquisitivo e de habilidades nas ciências humanas e exatas. Acredita-se que a sociedade evolue através dos conflitos e da competição, onde sobrevive o mais adaptado, porque o ser humano vive para continuar vivo. A outra pessoa é fonte permanente de possibilidade de que um fato possa acontecer. As escolhas levam às transformações quando se adaptam a um projeto. Os seres humanos realizam projetos diferentes e a partir dai cria-se conflitos sempre que os projetos se tem em mais alta conta. Nada pode ser conhecido em sua totalidade, sempre através dos olhos de outras pessoas. Consequentemente se cria o solipsismo ( acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de expeirências interiores e pessoais, não se estabelecendo uma relação direta entre esses estados e o conhecimento).
A inveja é de grande importância na evolução humana, na auto preservação e na auto afirmação aparecendo no processo como a arma dos incompetentes.
A convivência é capaz de dar a certeza de se estão sendo feitas as escolhas corretas. Mesmo sendo o outro que impossibilita a realização, a concretização dos projetos, onde com frequencia se posiciona de forma a dificultar o trajeto da realização, jamais pode-se viver sem a convivência porque assim o projeto não teria sentido.
O sentimento de inveja é o causador das maiores dores humanas que instala-se, onde existem objetos de desejos gerando auto aversão por não ser como os outros são.
O ser humano acredita invejar o que o outro tem mas psicologicamente falando ele inveja o que o outro é. Existe neste momento o desejo de ser o outro, mas sabendo de sua impotência para atingir seu objetivo, busca realizar o que o outro realiza, busca ser o que o outro é, gera o desejo de conquista de algum objeto que falta. O invejoso tenta minimizar o feito do outro, sem ter consciência de que a idéia, a inteligência, a capacidade e a realização faz parte do outro e não dele. A inveja torna-se ai uma vontade frustrada de possuir os atributos e qualidades do outro, porque percebe que é incapaz de alcançá-lo, seja por limitações, imcompetência e até mesmo pelo intelectual.
Assim acaba sentido raiva, amaldisoando outro buscando desmerecer os seus feitos através de críticas. Burla suas próprias angústias e frustrações. Esse processo tem inicio no convivio familiar onde as comparações acontecem com grande frequencia e a partir dai no convívio social onde através da mídia que desenvolve processos comparativos entre marcas, formas, modelos entre outros parâmetros.
O ser humano é livre para realizar suas escolhas, sabendo que está sujeito a limitações do próprio ser. A autonomia é limitada pelas capacidades físicas e intelectuais. Mesmo assim o ser humano não está limitado em sua liberdade, porque é a autonomia que torna essa liberdade possivel determinando escolhas, impondo as verdades direcionando para não se escapar de si mesmo.
Sendo assim destruir o outro não o fará realizar o que o outro está realizando. Todos possuem diferentes personalidades, desejos, as características de cada um contem sua peculiaridade sendo assim nada adianta usar os demais como medida para conduzir a vida que pertence somente à você.
A vida é sua faça uso dela da melhor forma possivel onde a inveja não deve priorizar suas atitudes e atos, “pois cada um é cada um”.




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

GASTOS COMO ORGANIZÁ-LOS



Forma de Organizar Gastos

Urgência e Importância


O viver está diretamente relacionado com gastos.
É preciso aprender a administrar a vida como um todo, pensando no emocional e também no concreto que está ligado a área profissional e realizações.
Sempre deve- se fazer um controle dos gastos que se tem no cotidiano.
Buscar parcelamentos nas contas que se adquire, significa buscar fôlego para organizar as finanças. Se tiver o dinheiro em mãos prefira sempre comprar a vista mesmo que o desconto seja de pequeno porte. Conscientizar de que parcelamentos não é a melhor opção. Compras a vista requer organização. Planejar fator primordial em todas as ocasiões. O ser humano tende a ceder em ofertas de produtos que muita das vezes nem está necessitando e assim se o fizer continuará tendo uma vida apertada por tempo prolongado.
Sempre se deve solicitar desconto, sem constrangimento. Aprender a dizer não quando o que lhe é oferecido, não tem necessidade no momento.
Grandes investimentos devem ser analisados com todos os membros da família para que saiba do período de economia, forma de mudança na vida financeira e emocional. Todos precisam estar a par do que será adquirido e como será feita a transação. O sacrifício faz parte das aquisições de grande porte e nos pequenos também. Os membros da família terão de abrir mão de algo ou alguma coisa para auxiliarem neste novo empreendimento. Realizar a elaboração de uma planilha é sempre bom para identificar possíveis esbanjamentos e também para direcionar os gastos. Ela auxiliará no diagnóstico claro de suas despesas e rendimentos, identificando excessos e cortando os gastos não necessários. Ter cautela quando for analisar quais os gastos que devem ser cortados. Geralmente inicia-se pelo lazer, idas aos cinemas, livros viagens entre outros e nem sempre esse é o melhor caminho porque o lazer é de grande importância quando se fala em organização tanto financeira quanto emocional ele está ligado diretamente ao bem estar e equilíbrio da vida. O melhor é optar por cortar poucos, mas pesados gastos, como mudando o modelo do que se comprar. Os gastos familiares devem ser controlados como de uma grande empresa. A produção é a realização de todos da família. Muito cuidado com o efetivar de empréstimo, pois geralmente leva a inadimplência se não estiver bem organizado e consciente de como será feito os pagamentos. Elaborar o orçamento familiar baseado nos rendimentos e gastos reais, inicia-se observando e caracterizando o que é Importante e o que é Urgente.





O que significa a palavra urgente? E a palavra importante?


Como diferenciar uma da outra?


Urgente é algo que tem que ser feito imediatamente.


O importante está relacionado com o planejamento de longo prazo, os projetos de futuro e a delegação de responsabilidade.


 O Importante / Urgente é aquilo que se deve fazer, senão corre o risco de ser enterrado vivo.


O Importante / Não Urgente é o quadrante da qualidade em que projetamos o futuro.


O Não Importante / Urgente é o quadrante da decepção em que o burbúrio da urgência cria a ilusão da importância.


O Não Importante/ Não Urgente é o quadrante de desperdício em que o trabalho sem importância é valorizado.


Definir prioridades num mundo sem tempo.


1º - Escreva conforme sua escolha de prioridades, as ações que devem ser solucionadas.


2º- Encontre fatores em comum nas ações.


3º - Vejam quais repetem na categoria.


4º - O que fazer primeiro: U Urgente e NU Não Urgente


Ou o que é I - Importante e NU- Não Urgente.


5º - Deve responder a primeira coisa que vier cabeça, não olhe quais são as ações que você vai colocar para solucionar.


6º - Se a resposta for fazer primeiro o que é I - Importante e NU - Não o Urgente, você está no caminho certo.


7º - Caminhe sempre de acordo com os valores.


I / U = Importante – Urgente


I / NU = Importante Não Urgente


NI / U= Não Importante Urgente


NI / NU = Não Importante/Não Urgente


O uso do relógio caracteriza a urgência, onde diz respeito aos compromissos como reuniões, horários que devem ser obedecidos.
Já o uso da bússola diz respeito à importância, ela enfatiza a visão, os valores, a missão, aos princípios, a forma como se conduz a vida no cotidiano.
O ideal que se possa fazer uso dos dois em equilíbrio, pois o relógio informa a velocidade que com se está se locomovendo. A bússola é quem conduz direcionando a locomoção que se está fazendo. Sendo assim, nada de escolher entre bom e ruim, mas observar com cautela e realizar as escolhas entre o bom e o melhor.
Como deve se agir: pelo princípio ou pela emoção? Sempre em forma de observação conscientize que existem princípios que são universais e essa existência é desde toda a eternidade. Mesmo que as civilizações tentem escondê-los eles estão presentes no inconsciente coletivo. Os princípios das leis naturais, gravados em nos inconscientes através das cognições e comportamentos vividos. Enfrentá-los é a melhor forma de solucioná-los, pois são os princípios que conduzem e direcionam toda a vida.
Uma forma de facilitar esse direcionamento é criar um diário onde anotar-se-a as ações diárias, tornando consciente de como será o desenrolar do dia. Verificando como se está sendo em pensamento, palavras e atitudes, facilitando para visualizar os atos que devem ser desenvolvidos de formas urgentes e que somente acontecem por não terem sido previsto, programado e fugindo do tempo melhor de sua execução.
 Ter em mente as ações baseadas em princípios é de grande importância para a concretização de metas, sonhos e desejos. A verdade liberta o ser humano sempre que buscada. É de grande importância enfrentá-la, confrontá-la mesmo com medo, acreditando que a coragem virá para que se possam realizar mudanças desejadas em tempo satisfatório.
U = Urgente NU = Não Urgente



I = Importante NI = Não Importante

U / I e U / NI


I e NU UI NI




FONTE DE CONSULTA

COVEY, Stephen R. et all. First Things First: Como Definir Prioridades num Mundo sem Tempo. Tradução de Júlio


sábado, 24 de setembro de 2011

VIVER BEM ALIMENTANDO DE FORMA NUTRICIONAL



Comportamento alimentar refere-se à ingestão de qualquer alimento de forma somente de eliminar a saciedade.

Comportamento nutricional está diretamente ligado a reorientação e conhecimento nutricional dos alimentos.



Para se viver de forma nutricional satisfatória, o ser humano deve estar em equilíbrio o seu Eu e seu Corpo Físico. Sendo assim a forma que se alimenta tem grande importância neste processo de busca do equilíbrio, enquanto um ser integral, formado de aspectos cognitivos, biológicos, afetivos e comportamento. É necessário estar integrado e adaptado no social de forma que o leve, a saber, quem ele é e o que busca conhecendo-se para que possa produzir no meio em que vive de forma harmoniosa e próspera. O psicólogo é visto e considerado como a personificação da consciência do indivíduo, onde ele lhe atribui características e pensamentos, sendo um facilitador do entendimento real do momento em que vive. O vinculo de confiança faz com que o ser humano perceba sua imagem com empatia tendo elaborado o quanto é difícil a adaptação e aceitação da reeducação alimentar, pois quando realizada apresenta uma mudança radical de pensamentos e atitudes. O ser humano com baixa auto estima necessita de acompanhamento tanto psicológico quanto nutricional que o leve a considerações que o fará realizar uma mudança. O profissional deve se vir envolvido para cuidar deste paciente que está fragilizado, sentindo – se desamparado sem esperança de que a mudança possa ocorrer. A motivação surge a partir do momento em que o ser humano observa o quanto sua forma de alimentação o está levando há uma vida que ao invés de beneficiá-lo está danificando seu corpo e mente, gerando uma insatisfação emocional de realizações. A mudança requer sempre um ato de coragem. A partir do momento da conscientização da necessidade de mudança, abre-se mão desistindo de algo e alguma coisa, porque adaptar-se a uma nova cognição e comportamento requer sempre análise de custos e benefícios, pois tudo gira em torno da ação e reação. Frente a essa mudança o ser humano deve se preparar para enfrentar questionamentos e atitudes diferentes no meio em que vive. A melhor das estratégias utilizadas para que ocorra a mudança é através da Terapia Cognitiva Comportamental, que admite que o pensamento, afeta o comportamento reforçando as crenças que são relevantes e podendo ser identificadas e alteradas para atingir o propósito desejado. Esta releitura deve ser feita da vida como um todo para gerar mudança no comportamento referente à alimentação propiciando uma cognição satisfatória. Quando se conscientiza que alimentar é um ato primitivo e menos racional sendo simplesmente a matéria prima e um dos principais alicerce do corpo, deve-se a partir daí ser realizado de forma mais consciente. Fome e sociedade estão interligados no desenvolvimento do ser humano. É importante compreender que as emoções são geradas através do estado de humor sendo que todos os sentimentos psicológicos têm como fator primordial a forma que se alimenta porque o cérebro necessita estar bem nutrido para realizar suas sinapses. A psicologia em harmonia com o mundo nutricional viabiliza um comportamento controlado gerando um equilíbrio entre a forma de se alimentar e as emoções vividas no cotidiano trabalhando a auto imagem e as emoções cognitivas refletidas no comportamento do indivíduo que pode estar sendo prejudicado de alguma forma no desenvolver de suas atividades. A partir daí desenvolverá novas posturas alimentares e emocionais permitindo um novo estilo de vida para se manter bem nutrido fisicamente permitindo ao cérebro uma vivência de comportamento satisfatório para as realizações de suas atividades.


Lista de substituição de alimentos 
Dra. Adriana Valéria Alves Teixeira
Nutricionista -CRN 06100580


PÃO FRANCÊS   (50g = 01 unidade = 142 cal)Pão de batata = 01 e ½ unidade média (50g)
Pão doce = 01 unidade (50g)
Pão de leite = 01 unidade (50g)
Pão de milho = 01 unidade (50g)
Pão de queijo = 01 unidade grande ou 2 pequenas (150g)
Pão de centeio = 01 pedaço médio (50g)
Pão de forma = 02 fatias (50g)
Bolo de milho = 01 pedaço médio
Bolo de trigo simples = 01 pedaço médio
Biscoito doce Maria ou maisena = 07 unidades (35g)
Biscoito água e sal = 05 unidades (35g)
Biscoito salpet = 12 unidades (33g)
Biscoito de polvilho = 06 unidades (33g)
Aveia instantânea = 03 colheres de sopa cheia (40g)
Farinha láctea = 02 colheres de sopa cheia (35g)

LEITE DE VACA TIPO C E DERIVADOS
(150 ml = 1 COPO AMERICANO = 88 cal)
Leite de vaca “in natura” = 01 copo americano cheio (150ml)
Leite de vaca desnatado = 01 copo de requeijão (250ml)
Leite em pó ninho = 02 e ½ colheres de sopa rasa (18g)
Leite em pó Molico = 03 colheres de sopa rasas (24g)
Queijo prata = 02 fatias finas (23g)
Queijo mussarela = 02 fatias finas (23g)
Queijo minas frescal = 01 fatia média (36g)
Requeijão = 01 colher de sobremesa rasa (25g)
Ricota = 01 fatia média (50g)
Iogurte natural = o1 copo americano (116ml)
Coalhada com soro = 01 copo americano (200ml)
Coalhada sem soro = ½ copo americano (100ml)

MARGARINA (10g = 02 COLHERES DE CHÁ = 72 cal)Manteiga = 02 colheres de chá (10g)
Maionese = 02 colheres de chá rosa (10g)
Presunto fresco = 01 fatia (20g)
Queijo minas = 01 fatia média (36g)
Ricota = 01 fatia média (50g)
Patê = 01 colher de sopa rasa (20g)
Geléia de fruta = 01 colher de sopa rasa (32g)

FRUTA A- (44 cal por porção média)Abacaxi = 01 fatia média (85g)
Carambola = 01 e ½ unidade média (150g)
Caju = 02 unidades grandes (120g)
Goiaba = 01 unidade média (80g)
Laranja Bahia = 01 unidade média (100g)
Laranja lima = 01 unidade média (100g)
Melancia = 01 fatia média (140g)
Melão = 01 fatia grande (140g)
Morango = 08 unidades grandes (110g)
Pêssego = 02 unidades médias (90g)
Tangerina = 01 unidade média (90g)
Kiwi = 01 unidade média (100g)

FRUTA B-(64 cal POR PORÇÃO EM MÉDIA)Ameixa amarela = 03 unidades médias (75g)
Ameixa vermelha = 03 unidades médias (120g)
Amora média = 25 unidades ou 01 xícara de chá cheia (100g)
Banana maçã = 01 unidade média (60g)
Banana prata = 01 unidade média (70g)
Caqui = 01 unidade grande (100g)
Figo maduro = 01 e ½ unidades grandes (152g)
Fruta do conde = 04 unidades grandes (100g)
Jaca = 02 bagos grandes (50g)
Jambo = 03 unidades grandes (130g)
Maçã = 01 unidade pequena (100g)
Mamão = 01 fatia grande (95g)
Manga = 01 unidade média (95g)
Maracujá = 01 e ½ unidades médias (75g)
Pêra = 01 unidade média (100g)
Capoti = 01 unidade média (60g)
Uva Itália = 13 unidades pequenas (90g

FRUTA C- (175 cal POR PORÇÃO EM MÉDIA)Abacate = ½ unidade pequena (100g)

OLEAGINSAS- (635 cal por porção)Castanha de caju torrada = 70 unidades médias (100g)
Castanha do Pará = 30 unidades médias (90g)
Amêndoas = 01 xícara de chá (100g)
Amendoim roxo cru = ½ xícara de chá (110g)

ARROZ COZIDO-(23g = 01 COLHER DE SOPA = 38 cal)Macarronada = 01 colher de sopa rasa (15g)
Angu = 01 colher de sopa cheia (30g)
Batata inglesa = 01 colher de sopa cheia (40g)
Batata baroa = 01 colher de sopa cheia (30g)
Purê de batatas = 01 colher de sopa rasa (30g)
Panqueca = 01 unidade média (50g)
Farofa de carne desfiada = 01 colher de sopa rasa (17g)
Farofa de ovos = 01 colher de sopa rasa(15g)
Farofa simples = 01 colher de sopa rasa(16g)
Farinha de milho = 01 colher de sopa rasa (10g)
Farinha de mandioca = 01 colher de sopa rasa (10g)
Nhoque = 01 colher de sopa cheia (15g)
Empada de frango = 01 unidade pequena (25g)
Empada de camarão = 01 unidade pequena (30g)
Empada de palmito = 01 unidade pequena (25g)
Feijão cozido grão e caldo = 03 colheres de sopa rasas (35g)
Feijão cozido batido = 04 colheres de sopa cheias (55g)

CARNES-(160 cal EM MÉDIA POR PORÇÃO)Bife gralhado = 01 unidade grande (150g)
Bife de fígado = 01 unidade pequena (80g)
Bife role = 01 unidade pequena (80g)
Carne ensopada = 03 pedaços médios (100g)
Carne ensopada com legumes = 03 colheres de sopa cheias (100g)
Carne moída = 04 colheres de sopa cheias (100g)
Hambúrguer = 1 e ½ unidades (85g)
Lingüiça de porco frita = 1 gomo (60g)
Filé de merluza frita = ½ filé pequeno (50g)
Peixe cozido = 01 filé grande ou 01 posta pequena (150g)
Peixe ensopado = 01 filé médio ou 01 posta pequena (120g)
Ovo frito = 02 unidades (100g)
Ovos mexidos = 02 unidades (100g)
Ovo cozido = 02 unidades (100g)
Ovo de codorna = 10 unidades (100g)
Frango assado = 02 sobre coxas médias ou 01 peito pequeno (130g)
Frango frito = 01 file médio ou 02 sobre coxas pequenas (100g)
Frango ensopado = 02 sobre coxas médias ou 01 peito pequeno (130g)
Sardinha em conserva = 02 unidades (70g)
Carne seca = 01 pedaço pequeno (60g)
Bacalhau = 01 pedaço pequeno (60g)

VEGETAL A- (24 cal POR PORÇÃO/5% CHO)Abóbora verde = 06 colheres de sopa (86g)
Acelga picada = 01 prato fundo (84g)
Agrião = 01 prato fundo (104g)
Alface = 01 prato fundo cheio (155g)
Almeirão cru picado = 01 prato de sobremesa cheio (120g)
Bertalha ou serralha = 01 prato de sobremesa cheio (126g)
Chicória picada = 01 prato de sobremesa (114g)
Couve crua picada = 01 prato raso cheio (96g)
Couve flor cozida = 01 pires de chá (77g)
Escarola picada = 01 prato de sobremesa (114g)
Espinafre cru = 01 prato de sobremesa (109g)
Mostarda crua picada = 01 prato raso (86g)
Mostarda cozida = 01 colheres de sopa cheias (86g)
Repolho cru picado = 01 prato de sobremesa (96g)
Repolho cozido = 08 colheres de sopa cheias (185g)
Brócolis cozido = 01 pires de chá (65g)
Pepino cru sem casca = 01 unidade pequena (160g)
Berinjela = 01 unidade pequena (126g)
Tomate = 01 unidade pequena (120g)
Pimentão verde = 05 colheres de sopa cheias (83g)
Rabanete = 08 unidades médias (150g)
Palmito em conserva picado = 01 prato de sobremesa (133g)

VEGETAL B- (24 cal POR PORÇÃO/10% CHO)Abóbora moranga = 04 colheres de sopa cheias ou 01 pires de chá (110g)
Beterraba crua = 09 colheres de sopa cheias em cubo (90g)
Beterraba cozida = 04 colheres de sopa cheias (100g)
Cenoura crua = 02 unidades pequenas (88g)
Cenoura cozida = 07 colheres de sopa (135g)
Chuchu = 05 colheres de sopa (140g)
Nabo = 04 colheres de sopa cheias (120g)
Vagem cozida = 04 colheres de sopa (100g)
Quiabo cozido = 03 colheres de sopa (120g)

VEGETAL C- (98 cal POR PORÇÃO/15% DE CHO)Aipim cozido = 03 pedaços pequenos ou 02 colheres de sopa cheias (85g)
Batata baroa = 02 colheres de sopa (80g)
Batata inglesa cozida = 03 colheres de sopa cheia (115g)
Batata Inglesa frita = 01 concha pequena cheia ou 03 colheres de sopa (35g)
Inhame cozido = 03 colheres de sopa (140g)
Milho verde enlatado = 05 colheres de sopa cheias(95g)










domingo, 18 de setembro de 2011

HABITO DE ROER UNHAS / ONICOFAGIA



A ambição do homem é tão grande que, para satisfazer uma
vontade presente, não pensa no mal que daí a algum tempo pode resultar dela..
                                                                                                           Nicolau Maquiavel

 




Onicofagia: palavra gramatical substantivo feminino que tem como função definir um disturbio, considerado um hábito comum que é roer unhas.
Roer unhas é um disturbio evolutivo que está relacionado com a fixação oral, que ocorre quando o ser humano não progride normalmente as fases da vida. Ele se mantem fixado numa determinada fase, tendendo em preferir satisfazer suas carencias de forma infantilizada ao invés de enfrentar e confrontar a real idade que se encontra.
Na fase oral que tem seu inicio a partir da gestação quando o bebê aprende a levar o dedinho à boca, saciando e gratificando sua pulsão básica que tem como função alimentar e atenuar suas tensões de carinho. Após o nascimento, a criança é confortada, aninhada e acalentada, sendo acariciada pela mãe que a alimenta e supre todas suas carencias, através deste momento de saciação da fome e redução da tensão no processo de alimentação e prazer.
A maior parte da energia libidinal da criança está direcionada e focada na área da boca. Muito dos hábitos orais mantem se no desenvolvimento humano, no decorrer de toda a vida que são os lamber, chupar, morder, beijar.
O seres humanos que constantemente mordicam, estão fixados na fase oral, significando que a maturação completa psicológica não aconteceu.
Alguns interesses de prazeres orais são normais, somente passando a ser patológico se acontecerem execissivamente, atrapalhando até mesmo o desenvolver estudantil e profissional.
A incidência de onicofagia diminui após os 16 anos de idade, sendo considerado em alta prevalência dos 4 a 18 anos.
A onicofagia é um ato compulsivo, por ser um movimento repetitivo e irracional que o ser humano faz com o intuito de amenizar sua ansiedade, podendo estar associado a outros problemas emocionais como preocupações, tensões ou medos exagerados, sensações continuas que de que um desatre ou algo de muito ruim vai acontecer, podendo também ser uma preocupação exagerada com saúde, dinheiro, familia ou trabalho. Falta controle sobre os pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independente da vontade requenrendo ajuda especializada.
Este disturbio pode acarretar complicações estomacais porque se engole parte da unha roida.
Por mais que se pense que as mão estão higienizadas, as unhas possuem impurezas que podem transmitir outros tipos de doenças, principalmente tipo parasitárias.
Os dentes anteriores poderão desenvolver com mal oclusão.
A intensidade do disturbio pode além de roer levar a arrancar pele ao redor da unha gerando lesões periungueais, localizam-se ao redor das unhas, do leito ungueal, que afeta leito e tecido mole adjacentes.
Na fase adulta pode substituir o roer as unhas pelo hábito de fumar, mascar chiclete, levar caneta à boca, morder lápis, levando sempre algum objeto à boca, buscando gratificação oral. O tratamento de onicofagia tem como principal objetivo amenizar as situações emocionais.
Como em qualquer disturbio, é importante que a motivação para mudança surja da propria pessoa, estando consciente sobre a necessidade de abandonar este vício, que é considerado por muitos como um simples hábito.
A extição brusca do vício pode suscitar alterações na personalidade.

Existem algumas soluções consideradas simples para auxiliar na cura do distúrbio onicofágico.



1- É importante observar em quais momentos despertam o desejo de roer unhas, podendo acontecer em momentos de reuniões de trabalho, trânsito e em momentos de tomar decisões importantes.




2- Manter as unhas curtas e lixadas, dificultam o acúmulo de micróbios e sujeiras; para as mulheres fazer unha toda semana serve de estímulo positivo, lembrando que se tem unhas fracas deve evitar acetona, usar base pois é um importante fortalecedor;




3- Fazer uso de esmalte com sabor ruim, com indicação de um dermatologista;




4- Fazer uso de unhas postiças tendo cautela para não se tornar um uso constante pois podem alterar estrutura das unhas;


                                                                      SKINNER
 


5- Buscar ajuda profissional, sendo importante que o tratamento seja realizado na psicologia de comportamento Behaviorista, que é a corrente que tem como objeto o comportamento exterior do ser humano, sendo analisado os aspectos não só do comportamento no meio ambiente mas também dos gestos, atitudes, personalidade, entre outros.

O tratamento tende a eliminar o vicio através de uma elaboração consciente dos fatores emocionais desencadeadores, libertando e equilibrando o ser humano para que possa viver em harmonia consigo mesmo e o ambiente externo de sua vida.










domingo, 11 de setembro de 2011

A MAGIA DA SINCRONICIDADE



“Você está em casa, pensando em alguém. De repente, o telefone toca. Do outro lado, a voz que responde ao seu “alô” é a da pessoa na qual você estava pensando”. Isso é SINCRONICIDADE.




 
O conceito de Sincronicidade foi desenvolvido por Carl Gustav Jung (Psiquiatra Suíço e criador da Psicologia Analítica, conhecida também como Psicologia Junguiana), sendo considerado empírico seu conceito, que surgiu para dar conta de explicar o que foge da explicação causal, reforçando a idéia de que o fenômeno ocorre independente de tempo e espaço. Considerando ambos relativos. Para os que atuam racionalmente os fenômenos de sincronicidade, não passam de coincidência, já os espiritualista vêem como magia e os religiosos vêem como sinais Divino. O que define a Sincronicidade não são as coincidências e seus significados e sim a conclusão de que tudo no universo está interligado por tipos de vibrações e de dimensões (física ou não física), mostrando que alguns eventos isolados parecem repetidos, em perspectivas diferentes. Jung conclui este estudo após longas conversas com Albert Einstein que levou a idéia a frente no campo físico e Jung no campo psíquico. A sincronicidade define-se entre eventos que ocorrem entre o físico e psíquico. O ser humano tende a ter repugnância sobre a definição de sincronicidade por simples preconceito em não entender e aceitar a forma como funciona a psique humana. Os fenômenos sincrônicos geralmente se manifestam em estado de ondas alfa. Precisa-se estar sensível a estímulos, percepções e emoções para percebê-los. Os pensamentos surgem como produto de esforços deliberados para pensar. Jung dizia que os pensamentos são como os pássaros: chegam e fazem ninhos nas árvores da consciência por algum tempo, e depois alçam vôo novamente. Concluindo que no inconsciente não há segredo. Todos sabem de tudo. Precisasse despertar para encontrar a resposta que busca. Todo ser humano tem sua importância e exerce um papel especial em sua existência. O desempenhar este papel realizando suas funções e atividades no universo, não é fácil, requer um grande desejo no dia a dia de ser cada vez melhor, mais realizado e conseqüentemente próspero. O inconsciente é capaz de em suas reflexões introduzir formas de raciocínio que o conduza a um caminho com respostas em todas as suas questões estruturando sua personalidade. Provando empiricamente que o “padrão de Deus” existe em cada ser humano e que essa energia é transformadora. O fora é reflexo do que se é dentro. Todo ser humano precisa encontrar esse padrão em si mesmo para que aconteçam as transformações desejadas. O diálogo interno tem como função primordial desenvolver uma imunidade às críticas externas levando ao não desejo de obter poderes sobre o outro, eliminando o medo. Essa mudança acontece porque o ponto de referência está sendo o interno que gera uma melhor organização, desenvolvendo normas que serão seguidas tendo como resultado uma elaboração maior desenvolvendo grande assertividade no decorrer do desempenho das atividades. Isso não isenta o atravessar turbulências emocionais. O entender e perceber a sincronicidade é preciso para que se desenvolva a sobriedade, que tem como função eliminar a hostilidade, o medo, o ciúme, a culpa, a depressão entre outros, que são os sentimentos considerados tóxicos que acabam gerando enfermidades. A dor não deve ser reprimida ou evitada ela precisa ser entendida e tratada. É necessário estar em movimento, realizando releitura dos fatos que aconteceram. Não existe uma forma de mudar o passado. Cada um tem sua história. A sincronicidade irá gerar a partir de sua conscientização a necessidade de organização e criação de normas nas atitudes e sentimentos que gerando harmonização do Eu que é a energia masculina (poder, conquista, decisão) com a energia feminina (beleza, silêncio, intuição, afeto, sabedoria). Todas as experiências vividas resultam em aprendizado. Em toda adversidade existe a semente das oportunidades. A magia da sincronicidade está em a natureza humana conseguir respostas fazendo com que a felicidade almejada seja real na vida de todos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

PÊNIS - O TAMANHO FAZ A DIFERENÇA?



A educação sexual é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.

O mundo contemporâneo chegou trazendo consigo a importância da aparência física como sendo prioridade na vida do ser humano. Criando a partir dai o perfil da beleza reforçando o sentimento de obsessão em ser belo e saudável. A evolução da medicina disponibiliza recursos em prol desses resultados, como cirurgia plástica, lentes de contato, implantes dentários e cabelos, entre outros. São buscas rápidas e fáceis utilizadas para atingir a beleza desejada.



Na antiguidade o pênis grande era considerado cômico, por isso ao observar a arte grega antiga constatam-se as genitálias sempre de tamanhos diminuídos. Alguns estudos destacam que o tamanho do pênis tinha haver com a bestialidade ou animalidade do ser humano. No período renascentista tinha de ser significativamente menor que o usual, cuidando para que não se destacassem, nas artes. Ao longo do tempo,em estudos realizados observou-se um aumento gradativo do tamanho do pênis sendo costatado esse ocorrido a partir da mudança de estatura do ser humano. O tamanho do pênis na história do desenvolvimento humano é de grande importância. Acredita-se que o tamanho define a masculinidade, levando alguns a pensar que a medida e expessura são os que proporcionam a satisfação sexual. O pênis humano é o mais longo e grosso que qualquer outro primata (gorilas), e também quando comparados ao resto do corpo. A indústria percebendo a vasta possibilidade de investimento com valioso retorno, concretiza de formas variadas a realização o aumento peniano.
A medição do pênis deve ocorrer quando em estado de ereção. Alguns homens exageram ou são até incapazes emocionalmente de confrontar esse momento. Deve levar em conta que não existe um conceito padrão de medidas. Os tamanhos variam de pessoa para pessoa, podendo acontecer de o que é grande para um, ser pequeno ou médio para outro. A medição do comprimento deve ser realizada com o homem em pé. Faz –se a medida do comprimento ao longo da região dorsal (cima) do pênis desde a origem (base) do pênis até a ponta (glande). Usa-se uma fita métrica para se medir a circunferência, sendo realizada em três diferentes locais, abaixo da glande, no meio do corpo do pênis e na base, parte mais grossa.
Muitos são os estudos direcionados à definição do tamanho do pênis humano. Uma das dificuldades em concretizar as pesquisas é que os homens de pequenos pênis sentem-se constrangidos em participar, assim não podendo ser confirmado de forma científica a pesquisa. Um dos ultimos estudos concluiu-se que a medida do pênis ereto em um homem adulto é de 12,0cm(5,08 polegadas), podendo variar a 13,6cm(5,35 polegadas) e 14,9cm (5,9 polegadas), medição realizada pelos pesquisadores.
Em pesquisa realizada pela internet a média foi de 15cm a 16cm (6,3 polegadas).
Nas circunferências o pênis adulto em ereção completa apresenta em média 12,6cm (5,0polegadas), podendo ter um desvio-padrão de 1,3cm (0,5 polegadas).
Em relação ao comprimento de um pênis flácido não é necessariamente proporcional ao tamanho do pênis ereto.
Existem registros de pênis flácidos que têm dimensões inferiores à média que aumentam cinco vezes em seu comprimento e duas vezes em seu diâmetro. O Pênis flácido acima da média pode crescer apenas 50% em seu comprimento quando ereto. Não existe fórmula que defina as dimensões essenciais em ereção. O clima tem grande importância no desenvolvimento do pênis, como também o fator ansiedade, nervosismo, angústia entre outros aspéctos emocionais. É de grande importância também o fator fisiológico. Em estudo realizado, sobre a satisfação com o pênis do parceiro, 93% das mulheres entrevistadas declararam estarem satisfeitas com o tamanho. Em outro onde foi questionado o comprimento e circunferência, 65% das mulheres entrevistadas declararam que a circunferência é mais importante que o comprimento, 32% das mulheres acharam o tamanho do pênis importante e 3% declararam que não importa totalmente com o tamanho.
O homem é o que tem maior preocupação com o tamanho e expessura e consideram extremamente importante uma penetração vaginal profunda para haver uma melhor estimulação sexual gerando um orgasmos satisfatório. A vagina aumenta seu tamanho de 10 a 14 cm quando estimulada, sendo que essa medida varia de mulher para mulher, quando completamente excitada. A vagina se expande em comprimento e largura, ao passo que a região inicial se retrai significando que o pênis irá deslizar sobre ou sob o ponto estreito da vagina proporcionando maior fricção.


 

Mesmo o tamanho variando de pessoa para pessoa, ocorre em alguns homens a insatisfação masculina em relação a definição do tamanho, sendo assim deve buscar receber aconselhamento de um profissional da área que realize o aumento peniano seguindo técnicas científicas comprovadas com resultados favoráveis. É importante ressaltar que o tratamento também deve ser acompanhado por um psicológo clínico cognitivo comportamental.



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A INCLUSÃO GERA UMA VIDA MELHOR



A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.

John Dewey


O ser humano tem um eterno desejo de estar inserido num padrão de normalidade, o que acontece é que a cada passo do caminhar nesta direção, a dificuldade persiste. A inclusão somente ocorrerá quando o pensamento coletivo estiver com a mesma direção ao definir o que é normalidade. A mídia imbui através do acesso que possui, reforçando na mente humana que normais são os magros, alegres, belos, sociáveis e os bem sucedidos. Socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que se vive algum tipo de problema. A inclusão é uma inovação que se deu inicio em divulgação e prática aproximadamente uns quinze anos, cujo sentido real tem sido muito distorcido em movimentos polemizados pelos diversos segmentos educacionais e sociais. A constituição garante o direito de inserção do aluno com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos no ensino regular. Neste contexto a escola tem um papel primordial, que é permitir que as crianças reconheçam a existência do outro, outro este que conviverá por um longo tempo juntos com o objetivo de aprender, compartilhar, socializar em todos os sentidos. Neste contexto que a criança cresce dependendo da sensibilidade dos professores que também trazem para a escola seus traumas, rejeições, angústia e vivem no processo de aprendizagem removendo obstáculos mentais e emocionais com o objetivo de realizar uma forma integra, simples e sincera conseguindo separar suas dificuldades e conflitos internos auxiliando com vigor e integridade na formação do caráter das crianças e adolescentes. O inovar não tem necessariamente o sentido do inusitado. As grandes inovações muita das vezes estão no óbvio, no simples, singelo que sempre é fácil e possível realizar. Tornar compreensível, aos que interessam pela educação e inclusão como direito de todos e dever do estado. Na mente dos professores deve ser trabalhado a importância da diversidade, vontade, jeito, gosto e sabores que são vividos não somente nos déficits, mas também com relação à sexualidade, pois é chegada a hora de uma nova escola para fazer um mundo novo, onde a sensualidade e nobreza do espírito deverão modelar e inspirar a humanidade em um novo modelo de família. O principal objetivo é esclarecer de forma sutil e serena à criança e ao adolescente o quão é saudável conhecer, falar e até mesmo vivenciar sobre a sexualidade. Sexo e sexualidade fazem parte da vida desde o nascimento tendo seu inicio no sentido do prazer de saciar a fome ao amamentar. Ambos são sempre a combinar de desejo e o caminhar com firmeza e com certeza de que sempre se tem reforço interior para seguir em harmonia interna e externa, conduzindo a vida rumo ao conhecimento e assim à felicidade, onde todos têm uma grande importância neste contesto de formar uma sociedade mais consciente e harmoniosa. É importante resgatar a família com integridade, respeitando sua aceitação e entendimento sobre o tema, pois juntos conduzem a formação dos homens e mulheres do futuro. De início pode-se pensar estar andando em uma corda estendida, e o medo surge de forma desesperadora de saber se faz o correto ou não, pois não existe uma cartilha que ensine o ser humano a ser pai e mãe. Mesmo estando andando em uma corda estendida é importante pensar que abaixo dela não existe um abismo, mas sim piso forte e firme no qual o conhecimento conduz de forma sutil, polida e serena a vida. Toda criança e adolescente precisam aprender e não marcar passo. A vida escolar deve ser organizada e vista de forma mais prazerosa tanto pela família quanto pela organização escolar. O priorizar a qualidade do ensino regular é um desafio constante do setor governamental e dos educadores. Mudando a escola, muda as crianças e os adolescentes e assim refletem a mudança na família, na sociedade como um todo. O ensino especializado ensina e vivencia o que outros não sabem. A mudança escolar ocorre no enfrentamento de dificuldades e muito trabalho garantindo um espaço para que ocorra cooperação, diálogo, solidariedade, criatividade, estimulando, formando continuamente e valorizando sempre o conhecimento em forma de socialização.
O estimulo deve ser dado às escolas para realizarem projetos políticos pedagógicos, diagnosticando as demanda, verificando com os alunos e através da observação dos educadores onde existe a real necessidade de se falar sobre sexo e sexualidade e sobre a inclusão. Conhecer a família e como vivem é de grande importância neste processo, resgatando as crianças e adolescentes que estão à margem do conhecimento. Precisa iniciar com a  integração entre áreas do conhecimento e a concepção de novas propostas colocando as disciplinas acadêmicas como meio e não fins em si mesmos. Partindo do respeito à realidade do aluno, com suas experiências de vida cotidiana, chegando ai na sistematização do saber. Mesmo sendo moradores da mesma comunidade, as experiências variam de pessoa para pessoa. Isso não faz com que a inclusão seja individualizada e sim busque através de cada vivência elaborar um projeto onde todos irão trabalhar de forma direcionada e assertiva. É necessário despertar na mente humana a importância de se viver em inclusão respeitando as diferenças, caminhando por caminhos diferentes, tendo em vista o mesmo norte, com metas eficazes em busca do sucesso, independentemente do nível de desempenho de cada um. O sentido desse caminhar não é a aceitação passiva das possibilidades de cada um, mas o de serem receptivos a mudanças satisfatórias gerando formações de crianças e adolescente mais estruturados, desenvolvendo um futuro mais feliz embasado sempre no conhecimento. Sempre se vive no social e assim uns precisam dos outros sempre...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Libido verso Desejo


"Ninguém faz bem o que faz contra a vontade, mesmo que seja bom o que faz."

Santo Agostinho


Libido, força ou energia psíquica que o sujeito tem como forma de gerir seu desenvolvimento pessoal. Sendo caracterizado como desejo ou desejo ardente, utilizado para realizar algum trabalho ou atividade, com grande importância para manter o instinto de vida. Mantendo assim sua individuação que é o processo por meio do qual o ser humano torna-se consciente de sua individualidade, evoluindo de seu estado infantil de identificação para o estágio de maior diferenciação, implicando na ampliação da consciência onde articula de forma bem harmoniosa suas partes, encontrando suas orientações que provêm de Si - mesmo formando sua personalidade com condutas e orientações. No comportamento sexual, a libido ocupa a fase apetitiva em que o ser humano acessa seu parceiro em potencial através dos desenvolvimentos dos padrões. O ser humano está em constante busca de prazer por serem todos imbuídos de desejos. O comportamento sexual é governado e direcionado através da força do desejo, onde a libido pode ser afetada por variados motivos podendo ser de ordem psicológica ou emocional. Não tem como determinar a quantidade normal ou não normal porque cada um lida de forma diferente ocorrendo à oscilação para menor ou maior intensidade. Em alguns casos podem ocorrer uma insatisfação pessoal com a queda da libido demonstrando que algo não está bem direcionado ou elaborado de forma satisfatória. Hábitos saudáveis e comportamentos têm grande importância na liberação da libido. Geralmente em primeiro momento a queda da libido é observada na falta de desejo ou insatisfação sexual, lembrando que pode estar relacionado com a vivência, através das experiências e valores de cada ser humano. Em alguns casos ocorre apenas um sabotar do desejo sexual. A saúde mental deve ser analisada. A auto estima pode ser melhorada através do autoconhecimento. É importante respeitar os próprios desejos, sem culpa, aumentando a satisfação sexual. Sigmund Freud em seus estudos constatou que o ser humano apresenta fontes de energias separadamente em cada um de seus instintos gerais que ocorre através de sua produção no aumento ou diminuição gerando distribuições e deslocamentos.


Na obra – “Em Psicologia de Grupo e Análise de Ego (1921)”, define a libido como sendo a energia que tem a ver com tudo o que pode ser compilado com o amor. Não estando relacionada apenas com a sexualidade, mas sim em todas as áreas da vida, como em atividades culturais ocorrendo o desvio de instintos sexuais para outros fins ou objetivos mais elevados. A libido apresenta características importantes como à qualidade ou propriedade, podendo ter uma inconstância onde pode necessitar de uma sustentação do outro, tendo um papel central, pois a libido é o impulso vital para preservar a espécie humana.

quarta-feira, 13 de julho de 2011




Prefeitura de Três Corações
     Terra do Rei Pelé




  Secretaria Municipal de Saúde


PsiBEC
Psicoterapia para o Bem Estar
da Criança e Adolescente


Palestras para Profissionais de Saúde

A Importância da MorteTANATOLOGIA

"Você possui apenas aquilo que não perderá com a morte; tudo o mais é ilusão."

(Autor desconhecido)

Por muito tempo a definição de morte foi ligada ao funcionamento do coração e conseqüentemente o parar da respiração. A tecnologia desenvolveu-se através dos séculos fazendo surgir a partir daí medicamentos e máquinas que são capazes de restaurar a vida após uma parada. No inicio do século morria-se em casa ao lado de familiares e amigos próximos, mas a partir da metade do século a morte encontrou seu lugar nos hospitais e muita das vezes longe dos entes queridos e amigos. Busca-se nos dias de hoje vivenciar uma nova fase de vida trazendo ao ser humano novamente a oportunidade de se desvincular deste mundo sendo respeitado e estando com quem se ama. Está ai a clara tendência de voltar os procedimentos do início do século que é o ficar sob os cuidados especiais junto aos familiares e amigos, diminuindo a dor e propiciando dignidade e melhores cuidados psicológicos ao moribundo. Sendo assim a Secretaria Municipal de Saúde(Luzia Joelma da Silva Caetano- Secretária de Saúde) em parceria com o PsiBEC- Psicoterapia para o Bem Estar da Criança e Adolescente (Cristina Maria Lopes de Almeida Reis – Psicóloga), deram início a realização de palestras junto às agentes de saúde dos PSFs do município de Três Corações com o objetivo de esclarecer sobre TANATOLOGIA que é a ciência que estuda a morte, conscientizando que é um dos maiores enigmas da existência humana, onde se conhece a morte somente mediante o processo de morrer dos outros, cujas vivências serão acessíveis em sua real dimensão. A morte mesmo sendo um fenômeno da vida, sempre despertou um grande temor ao ser humano, e um grande sentimento de dificuldade de se lidar com a finitude do Ser, se tornando um acontecimento de grande medo.
A finitude da vida possui sempre duas representatividades; a morte física, de um corpo; e a morte social, de uma pessoa.
A morte sempre causa dor e solidão para os que ficam, portanto, é apenas a destruição de um estado físico e biológico, mas é também o fim de um ser com relação com o outro. Surge a partir daí um vazio por ela deixado não atingindo somente as pessoas que conviviam com quem morreu, mas também a toda rede social.
Os trabalhadores da área de saúde são os mais suscetíveis para conviver com a morte, tanto nos ambientes hospitalares, postos de saúdes, PSFs junto aos familiares, que pode acarretar um sentimento de fracasso e impotência onde o profissional de saúde fica exposto a diversas sensações não muito agradáveis por se comprometer com esse momento desconhecido em sua essência, ou seja, o momento da morte.
O prolongamento da dor da perda de um ente querido é muito comum trazer conseqüências drásticas para qualquer individuo que vive o luto, gerando os estágios de choque, negação, ambivalência, revolta, negociação e depressão. Reações estas que podem variar desde uma apatia completa até a super atividade, gerando a incapacidade de aceitar uma realidade iminente, onde a sujeito pode reagir com isolamento, ficando calado, reflexivo e apático. Tratando-se de um mecanismo de defesa que é usado para lidar com as responsabilidades diárias da vida, para ganhar tempo, assimilando gradativamente a perda ocorrida. O ser humano nunca se sente preparado para o desconhecido.
Apesar do sofrimento, é importante tentar compreender a dinâmica do ciclo da vida e perceber que a morte desempenha o seu papel na sociedade, renovando, dando lugar e espaço para novas vidas. Obviamente cada ser é único e ímpar em todos os aspectos da vida e, por mais que sejam substituídos em certas ações operacionais, jamais serão substituídos em suas realizações e empreendimentos. Os relacionamentos acontecem porque os seres são inteligentes e dotados de sentimentos e capacidades diversas. Não existiria a planta se não houvesse a morte da semente, não existe o embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboletas sem a morte da lagarta. A morte nada mais é do que o inicio de uma nova fase e existência, com uma linha tênue entre o Ser e o deixar de Ser.




domingo, 3 de julho de 2011

FOBIA / MEDO




"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." (Platão)



A palavra fobia é um termo tão citado e nem sempre bem interpretado. Derivada de Phobos, termo usado para designar a deusa grega do medo.
A fobia é um aumento da ansiedade que culmina na limitação das ações do indivíduo que deveriam ser executadas normalmente e que acabam conturbando os pensamentos e atitudes causando mal estar, dificultando o viver.
Os medos fóbicos são os que deslocam o conteúdo inconsciente para o medo consciente. Sabe-se que através de um simples pensamento a fobia pode surgir com diversos sintomas que podem se apresentar como forte palpitação, taquicardia e arritmias cardíacas, que são percepções dos batimentos cardíacos, normalmente acompanhados de desconforto e sensações de que tudo está irregular, não só na percepção do coração, mas em todo o corpo.
O medo se transforma em um sentimento irracional até mesmo incontrolável.



São diversas as características clínicas da fobia. Como já dissemos as crises de ansiedade extrema, que ocorrem quando o indivíduo está exposto a objeto ou situações indesejáveis, é uma das formas de percepção da fobia. Pode cursar ainda com eritrodermia que consiste no rubor intenso da face acompanhado ou não de prurido e descamações. Pode também trazer uma impressão de desmaio, medo de morrer, matar alguém, um grande descontrole com o sentimento do enlouquecer, situação tão intensa que se generaliza transformando-se em pânico e até em depressão.
A fobia não tratada pode levar o indivíduo à dependência do álcool e drogas.
Uma das formas de detectar a fobia é observar se o medo persiste perante um animal, objeto ou situação. Deve-se observar se a ansiedade aumenta quando mesmo evitando as situações nas quais aparece o temor o sujeito se sente impedindo de seguir normalmente as atividades corriqueiras.
Temer é uma reação natural do cérebro para que o indivíduo possa se proteger de situações de risco que ocorrem na vida quando diante de um perigo real.
Se o medo acontece ao se realizar alguma atividade que não envolve risco notório e que o individuo já a tenha realizado em outros momentos pode-se estar presenciando um quadro fóbico.
Pode-se usar a técnica de imaginar uma situação onde se reviva o desconforto de modo a buscar mais dados acerca do quadro fóbico ajudando o sujeito a vencê-lo. Em tais circunstâncias devem ser observadas as sensações vivenciadas.
Se após o exercício houver incomodo, e desconforto emocional dificultando a realização das atividades diárias, há indicação de procurar ajuda profissional para auxiliar na resolução das dificuldades por intermédio de mecanismos mais efetivos e com resultados mais duradouros respeitando outros aspectos que possam estar envolvidos.
O ideal é lidar com a fobia tendo um auxílio da terapia cognitivo comportamental. Durante a terapia, interpreta-se a situação fóbica analisando o ambiente, pensamentos, alterações de humor, reações físicas e comportamentais.

“O que perturba o ser humano não são os fatos, mas sim a interpretação que ele faz dos fatos.” Epitetus-Sec.I

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A HUMANIDADE VIVE EM NORMOSE


Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único.
Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia...
                                          (Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei)





Diante do estar vivo, o tempo corre seu fluxo natural e o ser humano com seus desejos em viver com harmonia e realizações. Dá-se inicio a uma fase doentia apática surgindo o que se nomeia de normose, termo criado por Jean Yves Leloup (pensador Frances, de grande importância no mundo contemporâneo).
Observando a história do mundo percebe-se que de tempos em tempos a humanidade vivencia pestes diversas. A atual é a apatia que acontece não só relacionada aos fatos do mundo mas também nos lares. Fatos que precisam ser questionados elaborados e mudados. Como lidar com as mudanças conduzidas pelo mundo.
O comportamento moderno intensamente hostil e destrutivo, incutido sutilmente nas atitudes cotidianas do ser humano de forma intensa através do que a mídia diz que se deve usar, fazer e ser.
A normose está presente em diversos lares, reforçando um dito popular (tapar o Sol com a peneira), fugir do real, do concreto, através dos comportamentos nocivos, levando o indivíduo a agir de forma ilusória onde acredita serem normais as atitudes e comportamentos que desempenham no cotidiano.
Assistir conflitos existentes nos familiares próximos sem nada fazer, podendo até existir uma reivindicação interna de mudança, mas mantém-se somente a repetição do mesmo discurso, ao invés de curar o mal buscando mudança.
Ver quais são as reais necessidades passivas de mudanças, que transformará a vida não só do indivíduo com conflito, mas de toda a família.
É preciso coragem para sair do comodismo generalizado que acaba inibindo o desejo do bom senso, esperando sempre que o outro melhore sem nada se fazer para que isso ocorra. A normose está ai avassalando tudo e todos. A mídia tem uma grande influencia desenvolvendo maus hábitos e até mesmo em alguns momentos corrompendo através de valores sociais não reais. O mundo fica sendo somente superficialidades transformando os indivíduos em seres sem referência social.
Surge a partir daí um vazio intenso, onde a vida é levada sem sentido, crescendo cada vez mais o consumismo que jamais irá suprir o vazio criado, levando a desencadear a auto-depriciação e o querer o que não precisa.
A normose está na cultura, na sexualidade, na escolha da profissão, nos relacionamentos. Para se libertar da normose o indivíduo precisa ser ele mesmo. Original, sem buscar para si as ilusões e desejos que o mundo lhe oferece. Precisa buscar resoluções para resgatar a liberdade real do Ser, sem promiscuidade, sem medo, com paz e sentido de realização. Sair da inércia, buscando valores sólidos e conscientes, mesmo com dificuldades, destacando sua sabedoria interior, sua ética, sua moral, mudando esse comportamento de normose que serve somente para tirar-lhe a liberdade de Ser Livre.

sábado, 28 de maio de 2011

SÍNDROME DO CUIDADOR





Paciente Oculto

Paciente oculto é todo cuidador de pacientes crônicos que sofrem diversas patologias que são instaladas devido ao trabalho que o cuidado despende.
Inúmeros artigos tratam a temática da sobrecarga a que os cuidadores profissionais são submetidos, mas poucos se referem ao cuidador domiciliar que é o denominado “Paciente Oculto”, não existindo no sistema de saúde vigente, até o presente momento uma abordagem específica para o “Paciente oculto”. Há uma ausência de programas de assistências a eles direcionadas.
O “Paciente Oculto” desenvolve o que denomino “Síndrome do Cuidador”. A Síndrome do cuidador consiste no conjunto de sinais e sintomas desencadeados devido ao trabalho de fornecer cuidado a um doente crônico, sendo que tais sintomas são de cunho psíquico.
Quando um membro da família fica debilitado, pessoa portadora de AVC, idoso, portadores de doenças degenerativas  (doença que causa alteração do funcionamento do corpo),  a capacidade de auto-cuidado, de cuidar de si mesmo, de tomar banho, comer e ir ao banheiro ficam comprometidos, essa pessoa passa a necessitar de cuidados externos fornecidos por alguém.
Neste momento é comum que um dos membros familiares se encarregue de dar o suporte necessário ao doente com o objetivo de lhe proporcionar dignidade.
Este processo tem tempo indeterminado, e pode durar meses em caso de uma cura demorada ou ainda nunca ocorrer, como em casos de algumas patologias degenerativas. E, despender tal cuidado faz com que o familiar fique cansado, sendo terreno fértil para desencadear transtornos psíquicos, surgindo assim a “Síndrome do Cuidador”.
No desempenho diário de cuidar de um doente, faz-se necessário elaborar uma nova rotina, uma série de mudanças pessoais que afetam a vida do cuidador diretamente.
No início existe uma dedicação maior onde o cuidador acredita na melhora do doente a qualquer momento, independente de qual seja seu vinculo familiar. Com o passar do tempo surge no cuidador à frustração, pois sua dedicação não mostra melhora no doente, desencadeando então um impacto negativo de seus cuidados prestados dificultando uma adaptação integrada no processo do cuidador com o doente.
O “Paciente Oculto” desenvolve a partir daí a “Síndrome do Cuidador”, dando inicio a diversas variáveis como cansaço físico e mental, aumentando seus problemas sociais (problemas de relações humanas), dificultando o convívio no lar, diminuição na relação sexual, perda de apetite (diminuição do peso ou compulsão alimentar), sonos agitados (privação do sono destrói os mecanismos cerebrais que controlam as respostas emocionais aos fatores de estresse), cefaléia (dores de cabeça com freqüência, dores faciais) irritabilidade (reações as excitações externas), desencadeando estresse (pode ser definido como soma de respostas físicas e mentais causadas por estímulos externos), a ansiedade (de certa forma está interligada com a palavra medo) e depressão (conjunto de alterações comportamentais, emocionais e pensamento, tais como afastamento do convívio social, perda de interesse em atividades do dia a dia), dor precordial e dispnéia (dores no peito com falta de ar), sudorese abundante (transpiração aumentada) e em alguns casos ocorre a síndrome do pânico (enfermidade caracterizada por crises inesperadas de medo e desespero).
Ao detectar um desses sintomas o “Paciente Oculto” (cuidador) deve procurar ajuda médica e psicológica, para que consiga reeducar sua forma de pensar, organizando seu dia, de forma a cuidar do doente e também de si mesmo.



O “Paciente Oculto”, para admitir a necessidade da ajuda de um profissional precisa de coragem para admitir que precise de auxílio. A partir daí será mostrado ao “Paciente Oculto” a melhor forma de lidar emocionalmente e fisicamente com o doente. As diretrizes propostas são normas que orientam como deve ser efetuada a intervenção do profissional de modo a oferecer suporte indicando medidas para diminuição a sobrecarga do “Paciente Oculto” e conseqüentemente propiciando uma melhora em sua qualidade de vida, curando-o da “Síndrome do Cuidador”.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

CATEGORIAS DE PAIS

Pais e mães desejam sempre o melhor para seus filhos, mas ambos vêem de famílias, cultura e educação diferentes.
O casal trás consigo situações emocionais que adquiriram no meio familiar e que influenciam por toda a vida. É através desta forma emocional que acontece a educação dos filhos lembrando que todos são formados de valores negativos e positivos.
Muitos são os estudos realizados das diferentes formas de exercer a paternidade no seio familiar. Uma das conclusões é que existem quatro tipos de pais.


 
Os permissivos – geralmente são os que exercem uma rotina de trabalho exaustiva, acreditando que assim darão uma vida boa e feliz aos filhos. Ficando muito tempo fora de casa e tentando suprir esta falta compensando os filhos com excesso de mimos, não existindo o desejo de fornecer nos momentos necessários o limite. Este comportamento é gerador muita das vezes de um adulto que vive nos extremos, excesso ou falta de auto estima, com dificuldades em lidar com o social não respeitando o outro.
Os pais dessa categoria devem trabalhar a culpa por não estar com os filhos todo o tempo.



Os Autoritários - Vivem uma rigidez emocional interna intensa, tentando transferir aos filhos a mão de ferro que dita as regras e normas da rotina, não respeitando quem é e como é o outro que está sob sua responsabilidade. Os filhos tendem a ser submissos, temendo a poderosa figura que as podam até mesmo em momentos de lazer. Podendo tornar-se adultos agressivos, brigando na escola, trânsito, trabalho e com os que convive no social.
Esses pais devem reeducar – se para que possam dialogar com o s filhos, abrindo também espaço para que eles possam também se expressar.



Os Negligentes – São considerados um problemão, não corrigem comportamentos inadequados. Mesmo quando estão em casa com a família se portam ausentemente, ou seja, fazem de tudo menos interagir com os membros familiares. Enxergam as necessidades materiais dos filhos, mas a falta de afeto existente não vê. Formam assim adultos que não se sentem ser amados, ocorrendo na maioria das vezes o desencadear do distúrbio de ansiedade, depressão, criando dificuldade em estabelecer contato com o outro.
Essa categoria de pais deve criar uma rotina para as crianças e dos adolescentes onde todos participarão mais efetivamente, conversando sobre amigos da escola, o que esperam realmente aprender no decorrer da infância e adolescência. Em suma mostrar-se mais participativos fisicamente e emocionalmente.



Os Participativos – sabem estipular regra e normas explicando-as de forma simples e com sensatez, transmitindo valores, ouvindo os filhos e suas idéias, abrindo espaço para negociação, ensinando atitudes de responsabilidades e respeito, não somente com o outro, mas consigo mesmo. Formam adultos que geralmente teem facilidades de fazer amizades, lidam bem com as diferenças, são afetuosos e verdadeiros em suas opiniões.
Os pais participativos necessitam mostrar aos filhos o quanto gostam deles através de seus comportamentos afetivos e objetivos.
Embora não exista uma cartilha que ensine como educar os filhos, é necessário uma maior participação, atuando com carinho, limite, obedecendo a normas e regras sendo capaz de demonstrar afeto, envolvimento, cumplicidade e comprometimento, para um desenvolvimento equilibrado, satisfatório e quando em fase adulta saberá transmitir aos filhos e ao meio social que vive a serenidade e paz interior que desenvolveu no decorrer da vida infantil e adolescente junto aos pais.